
10/07/2007
Caminhos

Pax
Senhor,
‘Quando Te pedimos paz,
devolve-nos o pedido,
que é fácil pedir sem dar...
Ensina-nos a passar
da tolerância ao Amor,
de sermos notas dispersas
a sermos uma canção.
Quando entregarmos as armas,
Ajuda-nos a entregar
Também, abertas, as almas,
Que a paz apenas sem guerra
É pouco para todos nós...
Dá-nos a paz que se faz!
Dá-nos a Paz que se dá!
‘Quando Te pedimos paz,
devolve-nos o pedido,
que é fácil pedir sem dar...
Ensina-nos a passar
da tolerância ao Amor,
de sermos notas dispersas
a sermos uma canção.
Quando entregarmos as armas,
Ajuda-nos a entregar
Também, abertas, as almas,
Que a paz apenas sem guerra
É pouco para todos nós...
Dá-nos a paz que se faz!
Dá-nos a Paz que se dá!
10/05/2007
Escolhas
São trinta anos de viver: neste caminho de incertezas e por quês, aprendi muita coisa. O que antes era uma vida de festas e “futilidades”, hoje se tornou em um observar perene. Nestas andanças descobri que o certo é uma eterna escolha, mesmo que influenciada por fatores coletivos. E é a partir deles que nós moldamos e/ou multamos o amanhã. Felizes são aqueles que experimentam o ar e têm consciência da vida existente.
Datas: para que?
Quantas vezes rejeitei datas e fui incompreendido por não parabenizar ou fazer parte de comemorações. Sempre achei, e justifiquei, que todos os dias deveriam ser comemorados. Sejam casamentos, natais, dia dos pais, crianças e seja lá o que for. Até aniversários – que é uma das poucas datas “verdadeiras” - eu fiz questão de esquecer.
Hoje, com um pouco mais de idade tenho buscado explicações a essa negação. Talvez, de forma inconsciente, tenha rejeitado as datas por ter passado por alguma situação traumática. Talvez não. Também pode ser que devido a minha exacerbada racionalidade eu rejeite esse tipo de sistema (manipulador?). Não sei mesmo.
O certo é que sempre achei que todos os dias deveriam ser comemorados. E quando falo todos os dias não proponho uma festa ou uma vida em função de comemorações e lembranças.
Devemos comemorar quando lembrarmos do ser. Comemorar a alegria do viver. De passar e lembrar do outro com pequenos gestos. Com palavras. Um pequeno e-mail – um email direcionado, seu, sem Re. E por aí vai. Parece ser um pouco utópico, mas sonhar é preciso. Sem ele – o sonho –, não existirá mais esperança.
Difícil é viver contra todo um sistema que lhe oprime.
Hoje, com um pouco mais de idade tenho buscado explicações a essa negação. Talvez, de forma inconsciente, tenha rejeitado as datas por ter passado por alguma situação traumática. Talvez não. Também pode ser que devido a minha exacerbada racionalidade eu rejeite esse tipo de sistema (manipulador?). Não sei mesmo.
O certo é que sempre achei que todos os dias deveriam ser comemorados. E quando falo todos os dias não proponho uma festa ou uma vida em função de comemorações e lembranças.
Devemos comemorar quando lembrarmos do ser. Comemorar a alegria do viver. De passar e lembrar do outro com pequenos gestos. Com palavras. Um pequeno e-mail – um email direcionado, seu, sem Re. E por aí vai. Parece ser um pouco utópico, mas sonhar é preciso. Sem ele – o sonho –, não existirá mais esperança.
Difícil é viver contra todo um sistema que lhe oprime.
10/04/2007
A observação perene
Caminhando de mãos dadas ao Infinito estou. Muitas vezes não me dou conta, outras muitas, me pego transbordando de emoção. Neste momento, o medo de sentir é menor: vivo. Desde o primeiro sopro, o caminho apresentado foi à proteção, e hoje, ela não é a melhor opção.
A sensação de gratidão é constante: pelo andar, por respirar, por poder amar. Umas das grandes convicções é a possibilidade de escolha. Nesse contexto, são apresentadas opções, e por mais que se pense que não estão aliadas as outras, estão. A vida é uma só – dentro de muitas outras –, e nesse rizoma, não temos como viver momentos, e sim, Um Todo! Escolhas, escolhas, escolhas. São elas que estarão influenciando nossos (?) próximos passos. E assim a vida vai coexistindo entre muitas, perceptíveis ou não, o que importa é não parar.
Caminhar sim, soltar as mãos, jamais!
A sensação de gratidão é constante: pelo andar, por respirar, por poder amar. Umas das grandes convicções é a possibilidade de escolha. Nesse contexto, são apresentadas opções, e por mais que se pense que não estão aliadas as outras, estão. A vida é uma só – dentro de muitas outras –, e nesse rizoma, não temos como viver momentos, e sim, Um Todo! Escolhas, escolhas, escolhas. São elas que estarão influenciando nossos (?) próximos passos. E assim a vida vai coexistindo entre muitas, perceptíveis ou não, o que importa é não parar.
Caminhar sim, soltar as mãos, jamais!
Um convite ao pensar
Este blog será a caixa de ressonância do meu pensar. Não existirão regras, sejam elas normativas ou coercitivas. Há mais de ano que ele foi criado e neste período a idéia foi sendo deixada de lado. Hoje ela parece ter um pouco mais de lógica.
Aqui espero encontrar cabeças pensantes e palavras destoantes. Doar o imaterial e absorver idéias (in)constantes. Neste primeiro post o caos do viver só ecoa em meu ser. É uma sensação próxima de estar escrevendo aqui, para o virtual – no sentido daquele que existe somente em potência.
Muita vezes busco sentido ness efemeridade que é o viver – e olhe que não sou descrente de tudo. Tenho ate uma visão próxima dos espíritas – de buscar evoluir e melhorar a cada momento. Todavia, me falta um pouco de clareza para dar continuidade ao respirar – não que eu acredite no carpe diem , longe de mim, muito menos que eu tenha vontade de ceifar minha vida.
Acho que isso é apenas o reflexo da minha tão forte dualidade. Minha não, nossa. Ou você acha que não é dual? Sim, a controvérsia! Mas também não importa, essa é apenas uma questão de visão, de olhar.
Vou parar por aqui, com a sensação que tinha muito mais a falar, mas quem passou tanto tempo sem dizer nada, pode esperar um pouco mais. Finalizo verberando: tudo está nos olhos de quem vê!
Aqui espero encontrar cabeças pensantes e palavras destoantes. Doar o imaterial e absorver idéias (in)constantes. Neste primeiro post o caos do viver só ecoa em meu ser. É uma sensação próxima de estar escrevendo aqui, para o virtual – no sentido daquele que existe somente em potência.
Muita vezes busco sentido ness efemeridade que é o viver – e olhe que não sou descrente de tudo. Tenho ate uma visão próxima dos espíritas – de buscar evoluir e melhorar a cada momento. Todavia, me falta um pouco de clareza para dar continuidade ao respirar – não que eu acredite no carpe diem , longe de mim, muito menos que eu tenha vontade de ceifar minha vida.
Acho que isso é apenas o reflexo da minha tão forte dualidade. Minha não, nossa. Ou você acha que não é dual? Sim, a controvérsia! Mas também não importa, essa é apenas uma questão de visão, de olhar.
Vou parar por aqui, com a sensação que tinha muito mais a falar, mas quem passou tanto tempo sem dizer nada, pode esperar um pouco mais. Finalizo verberando: tudo está nos olhos de quem vê!
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