
Desnudo de significados, o homem se apresenta à vida. Nesse momento, o primeiro sopro representa a abstração vívida. São os instantes, sequenciais ou fragmentados, os consolidadores do eu. Durante esse percurso, a formação aflora com o passar dos segundos. São neles que residem nossa responsabilidade nas ações do outro. O ser-presente, de olhar automatizado, adormecido pela engrenagem existencial, digere seus pares nos atos do agora. São juízes vorazes. Classificadores momentâneos, esquecem-se da sua co-autoria nos fatos.
Foto.
4 comentários:
Olá, vim aqui retribuir a visita e fiquei surpresa, temos afinidades na escrita, temas, palavras usadas. Até no conceito de que temos essência divina!
Depois leia digressão de uma vida não plana, acho que vc vai gostar.
Vou te seguir!
beijão
Tinha percebido, Patrícia,
encontrei expressões que são extensões de mim. Obrigado pelas palavras.
beso.
Voltei, rssr, até seu perfil, "um ser em busca", veja o que está escrito no meu perfil.
Vamos trocar figurinhas, vai ser legal!
Oi, Alberto!
Embora um pouco atrasada, estou aqui para agradecer a gentileza da sua visita, como também o sensível e interessante comentário que você deixou no meu blog.
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Quanto ao seu texto, eu diria que a vida nos vai encobrindo com camadas que vão ofuscando a nossa real essência. Quando damos por nós, já estamos transvestidos de um outro.
Beijo,
Inês
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